Santos Dumont

santos-dumontO primeiro metrossexual da história: Santos Dumont

 

Corte dos ternos impecável, nó de gravata original e o colarinho alto onde poucos usavam na época de Santos Dumont. Este brasileiro que escreveu sua história na França como o pai da aviação.

Albertos Santos Dumont brasileiro de avós franceses nasceu em Minas Gerais, foi famoso pela construção do 14Bis aeronave, mas existem outras invensões de Alberto mas para a moda, acidentalmente , num impulso de abafar as labaredas do motor que incendiou-se ao aterrissar, tirou seu chapéu branco, impecável e debelou o fogo, mas estragou o chapéu, cujas abas caíram chamuscadas. Dois dias depois os parisienses ao verem a foto de Dumont no jornal, resolveram abaixar as abas de seus chapéus, achavam que o brasileiro estava lançando uma nova moda. Diante disso, Alberto resolveu usar chapéus daquele jeito.

Santos Dumont também lançou moda quando resolvera facilitar sua vida como aviador lançando o relógio de pulso, na época somente as mulheres usavam, fez uma solicitação a Louis Cartier para costurar um relógio de bolso numa pulseira, onde facilitariam as suas manobras.

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The Cartier Santos-Dumont Watch

 

Santos Dumont além de pai da aviação “criou” seu estilo, funcionalista e ilusionário, já que usava artifícios do vestuário para disfarçar sua pouca altura. Contudo, colaborou para o desenvolvimento do guarda-roupa masculino.

Alberto Santos Dumont nosso primeiro metrossexual.

Crash século XXI

O colapso do mercado de ações de Nova York, que levou a uma depressão mundial e ao desemprego em massa, foi um começo nada auspicioso para a década de 1930. Durante longo tempo, a industria da alta moda francesa fora dependente das exportações para os Estados Unidos. Após o “crash”, as encomendas remanescentes das lojas de departamentos e de compradores privados foram canceladas e poucas encomendas foram feitas depois dos desfiles de dezembro do mesmo ano. Em um lance para enfrentar a Depressão, os estilistas reduziram seus preços – dizem que Chanel cortou os seus pela metade.

Com um olho na experiência do passado e com outro no futuro, será que as grandes “casas” terão que apostar em cortar seus preços pela metade ou até mesmo trabalhar com séries mais baratas, abandonar as técnicas decorativas custosas e operar em escalas menores; ainda que o mercado indique instabilidade as grandes marcas não estão deixando de investir nem em criações e nem mesmo em aquisições de novas lojas, o que nos faz acreditar que a atual “crise” pode nem chegar perto da que foi nos anos 30.