Look do Dia 21/01/15

Como hj acordei animado já iniciei o dia comprando alimentos saudáveis.
Camiseta básica branca, bermuda de algodão navi e mocassim vermelho criando uma atmosfera matinal para velejar, SQN, estou em Sampa e o dia só começando!
@rogerknut

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Look do dia 20/01/15

Estamos de volta, depois de longos anos sem inspiração pra escrever e colocar o papo em dia, voltamos com mais vontade do que nunca.
No dia de hoje, com este calor
arrebatador que está aqui em Sampa dei preferência para uma roupa leve e descontraída para está terça-feira.
Com uma camisa azul marinho de Voile, por ser transparente optei por está cor que não fica muito revelador e este tecido não absorve muito calor devido aos fios leves. Na bermuda optei por algo mais encorpado e divertido em brim e tricolor para quebrar um pouco da seriedade da camisa e nos pés um Drive mostarda.
Agora é aproveitar o dia e trabalhar!

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Como estar no Xadrez

Não é nada inusitado falar de xadrez para o outono-inverno, na verdade o diferencial é que ele vem sobrevivendo desde 2008 ininterruptamente nas coleções dos estilistas até esta atual, o que deixa há entender, é que o xadrez finalmente conquistou seu lugar definitivo no guarda-roupas masculino. A Dulce & Gabanna sempre traz em suas coleções o xadrez, e se bem me recordo na revista GQ Style outono/inverno 2008-2009, traz o ator americano Jared Leto, com uma camisa xadrez  e depois desta coleção da D&G vemos o xadrez numa série de coleções de outros estilistas e logo chegando nas lojas de departamentos europeias, perpetuando e tirando-o da “sazonalidade” do outono-inverno. O que falta para consolidar de vez no Brasil, são as lojas de departamentos se renderem ao xadrez o ano inteiro para popularizar de vez. Com isto traremos a massificação e quem usar a estampa não se sentira com cara de lenhador, punk, grunge nem tão pouco um skatista.

Jared leto revista GQ outono/inverno 2008-2009

PAULISTA NA MODA

Avenida Paulista recebe as duas maiores redes de departamentos de moda do País.

A moda nunca esteve tão democratizada tanto para qualidade nos produtos que reflete diretamente nos valores das peças quanto no estilo de cada pessoa.

Para andar na moda, hoje em dia, basta conhecer seu corpo e respeitá-lo e se vestir de acordo.

 Neste inicio de maio as maiores concorrentes do vestuário brasileiro abrem mega lojas no coração financeiro de São Paulo, na Avenida Paulista, a Marisa esta em frente a estação Brigadeiro, e hoje é a maior rede de lojas de moda feminina do País e a Renner que estará próxima a estação Trianon MASP do Metrô, que é a segunda maior rede de lojas de departamentos de vestuário.

Com as temporadas de moda as lojas de departamentos conseguem em poucos meses, ter inspirações em estilistas famosos ou coleções assinadas pelos mesmos em suas vitrines. Assim, fica fácil para pessoas com uma renda não muito favorável vestir-se de acordo com as propostas das novas coleções.

Essa democratização vem acentuada nas peças como nas modelagens, tecnologia dos tecidos e estampas. Embora, os detalhes fazem a diferença para garantir a qualidade da peça.

Estilo Greenpeace

 

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 Preocupados como anda nossa consciência com o mundo, procuramos nas pequenas coisas o que pode ser uma grande ação.

Tanto faz se você freqüenta a Rua Oriente ou a Oscar Freire, será que suas compras são ecologicamente corretas? Pra quem acredita que não utilizar peles de animas já esta ajudando, claro que esta, mas você pode fazer mais! O Espaço Greenpeace loja de roupas localizada dentro do Shopping Frei Caneca, é um espaço de moda que segue os pilares da instituição.

Conversei com a Ana Maria Fuentes, que é uma das proprietárias do espaço que completará três anos em setembro e a loja não recebe qualquer tipo de subsídio, ou seja, tem se mantido como outro negocio de mercado. Em dezembro do ano passado foi aberta a loja virtual que vai indo bem, com clientes fiéis e novos chegando todos os dias. Acompanhe a entrevista:

BZ: Como surgiu a idéia de montar o Espaço Greenpeace?

AMF: ‘ Durante algum tempo, o Greenpeace teve lojas em quase todos os locais onde tinha escritórios, com o objetivo de levantar fundos e de desenvolver produtos ambientalmente amigáveis relacionados com suas campanhas. A partir de um momento, a organização, julgando que o lançamento e venda de produtos não eram bem a sua área de excelência, decidiu fazer uma experiência no Brasil, e firmou um contrato de exclusividade com a Todaba Participações Ltda. para o licenciamento de produtos ecologicamente corretos.

BZ: Quais os pilares que o Greenpeace estabelece para esta loja?

AMF: No passado algumas indústrias alegavam que a produção limpa implica em custos que os consumidores não estão dispostos a pagar. No entanto, os produtos licenciados pelo Greenpeace mostram o contrário. Sempre que existirem alternativas razoáveis e inteligentes, também teremos pessoas dispostas a consumi-las. A loja do Greenpeace prova isso.

BZ: Existe um critério para o desenvolvimento das peças?

AMF: Sim. Temos um limite de cerca de 5% de componentes não orgânicos em nossos produtos. Os produtos também têm que ter algo a ver com as campanhas que o Greenpeace desenvolve. Enfim, nossos produtos devem ser ambientalmente amigáveis e ter conexão com nossa causa.

BZ: As peças comercializadas seguem um valor mercadológico, segue tendências?

AMF: Nossos produtos de moda – camisetas, bonés, bolsas e mochilas tem posicionamento de preço médio apesar de serem fabricados com materiais de primeira e muitas vezes exclusivos. Nossa tendência é clean com atitude.

BZ: O que falta para o mercado têxtil ter uma consciência ecológica?

AMF: Na minha opinião, que é muito pessoal, o que falta é a exigência do consumidor. Ou seja, quando o problema ambiental e as exigências do mercado começarem a causar “dor no bolso”, quem tiver respostas rápidas a essa exigência vão ter vantagem competitiva.

BZ: O que se pode encontrar no Espaço, quais as variedades? São peças exclusivas?

AMF: Entre os produtos ecologicamente amigáveis à venda no Espaço Greenpeace encontra-se camisetas, bonés, chapéus, bolsas, mochilas e acessórios fabricados com tecido 100% algodão cru lavado, cujo processo é não poluente, ao contrário do algodão alvejado, altamente poluente. Nossos corantes são de origens vegetais, orgânicos e não poluentes, além de bijuterias e materiais de papelaria produzida com papel 100% reciclado. Eventualmente usamos outras fibras de origem vegetal. Esses produtos são licenciados e/ou aprovados pela ONG, e são absolutamente exclusivos.

É bom saber que ainda temos como andar na moda sem “perder de vista” o nosso critério com o bem estar do planeta. “O Greenpeace é uma instituição sem fins lucrativos e independente, por isso não aceita doações de governos, empresas ou partidos políticos.”

Venha conhecer: Shopping Frei Caneca – rua Frei Caneca, 569, Cerqueira César. Tel: 3231-4493. http://www.greenpeace.org/brasil/loja/

Quase exclusivo dos homens – Gravatas

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O vestuário masculino no início do século XIX, também deu oportunidade a gravata se apresentar e consagrar como uma forma do homem dar “tom” ao seu guarda-roupa emplacando estilo. Se realmente o guarda-roupa masculino não sofre grandes alterações com a moda, a gravata personaliza com criatividade diferenciando alguns homens de outros.
Na Antiguidade se tem os primeiros registros do uso de lenços e faixas, a gravata, como a conhecemos hoje, surgiu após a Revolução Francesa. Há indícios de que a estréia da peça date de 1660, quando guerreiros da Croácia apresentaram-se diante do rei Luis XIV, com uma tira amarrada no pescoço. Vaidoso, o monarca teria adotado a peça passou a ser usada também pelos súditos. Anos mais tarde, foi levada para a Inglaterra e para as colônias americanas pelo imperador Charles II, em seu retorno do exílio francês.
Nos dias atuais, a peça não só evoluiu como se tornou umas das peças mais importante de muitos homens elegantes. A única peça exclusivamente masculina e já foi usada por mulheres que tem estilo.

Jeans 150 anos

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O jeans atualmente usado por 99,9% das pessoas tem uma historia como nenhum outro tecido possui. Foi em Nimes, na França, onde o jeans foi fabricado pela primeira vez. Mas sua trajetória só estaria bem demarcada na Califórnia em 1850, E.U.A., que o jeans ganhou corpo e foi ajustado ao corpo. No início foi tudo uma experiência. Levi Strauss confeccionou duas ou três peças mais robustas com a lona que possuía – lote do tecido 501 daí o nome da calça, deu-as aos mineradores e o sucesso foi imediato, as peças não estragaram com facilidade. Estava criado o jeanswear, o estilo reforçado de confecção, o qual foi originalmente destinado a roupas de trabalho. Passou-se muito tempo para o jeans sair da lavoura, minério ou “chão” das industrias, para ganhar definitivamente a moda.

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No cinema o jeans foi revolucionário, no corpo de James Dean e Marlon Brando, a calça começou a associar-se ao conceito de juventude sexy e rebelde conquistando este público. Calvin Klein, já na década de 70, colocou o jeans pela primeira vez na passarela, causando indignação aos mais conservadores. Inútil, pois foi logo seguido por outros estilistas e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade. Atualmente a introdução e continuidade do jeans nos ambientes de trabalho mais formais, em escritórios, como grandes empresas e instituições financeiras, principalmente após a instituição da sexta-feira como o “Casual Day” e muitas vezes a abolição total da obrigatoriedade do uso de terno e gravata. Claro que se pode usar o jeans até mesmo com gravata, blazer, sapatos e qualquer que seja o acessório o jeans é um coringa para qualquer guarda-roupas.