Closed Zipper

Feche o Zipper: O meu vício é… SEXO


 


Que sexo é prazeroso, ninguém discute. Que muitos queiram praticar com boa frequência, é difícil negar. Mas existe uma linha que divide a apreciação saudável pelo ato de uma atitude absolutamente compulsiva. Algumas pessoas gostam tanto de sexo que se imaginam várias vezes ao dia em inúmeras fantasias e têm constante necessidade de buscar o prazer. E, claro, essa ideia fixa traz diversas consequências negativas. Em alguns casos, é possível identificar este indivíduo como viciado em sexo. Então, qual é a fronteira entre o instinto sexual e o hábito desesperado e compulsivo?


 


O termo “vício em sexo” é usado para descrever o comportamento de uma pessoa que tem obsessão incontrolável por sexo. As coisas relacionadas ao ato sexual e a simples reflexão sobre a prática tendem a dominar as ações do viciado, o que pode culminar na diminuição de rendimento no trabalho e no desgaste das suas relações sociais e familiares. Contudo, as consequências podem ser ainda mais graves, e dependendo do comportamento apresentado, o doente pode deixar muitas coisas escaparem, como emprego, casamento, filhos, carreira e até a sanidade.


 


É o caso de uma dentista de 32 anos, que viveu situação constrangedora: “Fui ao banheiro me masturbar. Meu chefe arrombou a porta e me flagrou naquela situação. E, claro, fui demitida”. E quando a pessoa é famosa, o caso fica mais constrangedor ainda. Como o golfista norte-americano Tiger Woods, que viu sua infidelidade estampada recentemente nos jornais do mundo inteiro. Após ser flagrado pela mulher, a ex-modelo sueca Elin Nordegren, várias casos extraconjugais vieram à tona. Afastado do golfe, ele resolveu fazer terapia conjugal e, segundo várias publicações, ficou internado numa clínica para viciados em sexo com o objetivo de salvar o casamento. Outro caso famoso que vazou foi o do ator Michael Douglas, que se tratou na década de 1990.


 


Descontrole


Em relação à doença, que acomete cerca de 2% da população brasileira, Arlete Gavranic, educadora e terapeuta sexual, explica que o compulsivo vira escravo da necessidade de sexo, e esse sexo não quer dizer que a pessoa viva uma relação de intimidade, amor ou prazer por estar com alguém, mas uma busca para apenas aliviar a tensão: “O vício em sexo implica necessariamente no desenvolvimento de uma vida dupla, para que todas as suas ações sejam mantidas em segredo”. Para Carmita Abdo, professora de Psiquiatria e coordenadora geral do ProSex (Programa de Estudos de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas), é preciso investigar quando há uma mudança no comportamento sexual, ou seja, quando o indivíduo passa a ser controlado pelo desejo sexual. “O prazer só vira doença quando causa sofrimento, quando não há controle sobre ele e se impõe sobre qualquer outra necessidade ou urgência”, diz a especialista.


 


De acordo com pesquisa do psiquiatra norte-americano Martin Kafka, da Universidade de Harvard, os homens somam 95% dos indivíduos que sofrem com o aumento incontrolável da libido – geralmente com idade entre 20 e 30 anos. Isso porque desde pequeno eles são estimulados a viver uma sexualidade quantitativa como um sinal de virilidade. “Um dos meus pacientes, um executivo, tinha de ligar para a família ir buscá-lo no trabalho, pois caso contrário ele buscaria uma prostituta. Há também pessoas que procuram mendigos”, relata Arlete Gavranic.


 


O que acontece


O viciado em sexo vive uma grande ansiedade que se manifesta por esses pensamentos, e que acabam se transformando em excitação sexual. Para atenuar a tensão que o domina, ele passa a se masturbar várias vezes por dia, mas quando a tensão é insaciável, a pessoa busca outros comportamentos sexuais, como parceiros fixos ou totalmente desconhecidos. “Eles têm necessidade de ter muitas relações e, caso não atinjam essa satisfação em casa, a procuram indiscriminadamente, o que traz muitos riscos, inclusive de doenças sexualmente transmissíveis”, afirma Carmita Abdo. “O indivíduo fica aprisionado e passa a ter no sexo sua única prioridade”, conlcui.


 


Muitas hipóteses sobre as possíveis causas da compulsão sexual já foram apresentadas por especialistas da área: carência ou problemas emocionais durante a infância ou a adolescência, traumas graves, depressão, descontrole comportamental e transtorno de ansiedade. Existe uma corrente que, inclusive, levantou a hipótese de ter origem genética – que em pouco tempo foi desconsiderada.


 


Como tratar


Para que a compulsão possa ser tratada, é preciso que a pessoa – ou alguém próximo – perceba o quadro e a necessidade de ajuda. Este indivíduo será cuidado pela psicoterapia com o auxílio de medicamentos (antidepressivos para diminuir a libido e o impulso sexual).


 


Outra opção indicada é a participação de grupos de autoajuda, como o grupo Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (www.slaa.org.br), que promove reuniões para as pessoas partilharem suas experiências com outras que vivem o mesmo drama. “Esses grupos são extremamente úteis, porque às vezes é mais fácil enxergar o problema no outro, o que certamente ajuda na assimilação. Mas o ideal é reunir todas as medidas simultaneamente: tratamento psicoterápico, medicação e grupos”, explica Abdo. Em casos mais sérios, a internação em clínicas especializadas pode ser necessária para que o tratamento tenha êxito, como aconteceu com o ator Michael Douglas, internado no início dos anos 1990.


 


 


http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultnot/2010/02/09/descubra-como-e-ser-viciado-em-sexo.jhtm


SAÚDE DA MULHER
Cuidados com a intimidade


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Diante dos olhos, através do toque, a intimidade feminina é revelada. O corpo aparece como um território a ser descoberto. Conhecimento que torna-se um importante aliado para a saúde e prazer da mulher. No entanto, especialistas apontam que, não raro, esse caminho é evitado. ”Ainda há um tabu das mulheres em se conhecer. Elas já recebem isso das mães, que foram educadas pelas avós”, observa o presidente da Sociedade Cearense de Ginecologia e Obstetrícia, Fernando Aguiar.


Para ele, é fundamental o entendimento da fisiologia da própria região genital e das transformações por que o organismo passa. Algumas são mudanças naturais, como aumento da secreção vaginal durante o período de ovulação. A região fica ainda mais úmida como forma de facilitar a fecundação pelo espermatozóide. Já outras alterações, como verrugas, lesões e rachaduras, podem ser o alerta para problemas.


”Culturalmente a mulher brasileira tem medo do órgão genital dela, que não é diferente dos outras partes do corpo, como boca, olhos, orelhas. Não tem curiosidade de se olhar no espelho, sentir como é a própria vagina”, reforça o ginecologista Sérgio dos Passos Ramos. Ele aponta que, em alguns países, esse contato com o corpo é estimulado pelas autoridades sanitárias como forma de detecção precoce de doenças. Enquanto no Brasil só é incentivado o auto-exame das mamas para prevenção do câncer.


”Hoje a gente vê com mais freqüência mulheres que estão atentas a isso. Mas, no geral, são educadas a não tocar na genitália. Um órgão que, de acordo com essa mentalidade, não pode ser visto. Tal cultura se reflete até na vida sexual”, destaca o ginecologista Frederico Perboyre. Segundo ele, muitos problemas sexuais são superados quando o casal passa a conhecer mais a própria intimidade e a do parceiro.


O saber sobre o corpo também se reflete na adoção de procedimentos adequados de higiene, que evitam desde problemas mais simples, como corrimentos vaginais, até Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). ”E higiene não se trata apenas de limpeza, banho. É disciplina, uma área que inclui comportamento, vestuário”, explica a chefe do Departamento de Saúde Materna Infantil da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), Sílvia Bonfim Hyppólito.


A escolha da calcinha, do tecido da roupa, do absorvente, os hábitos no banho e nas relações sexuais são fatores interligados à saúde feminina. ”A higiene deve ser adequada para que não altere a fisiologia normal da mulher”, ressalta Perboyre.


Dessa forma, os exageros também são condenados. ”Muitas consideram que precisam estar secas o tempo todo, o que não é normal”, exemplifica ele. O ressecamento pode levar a desconforto durante o sexo e até causar pequenas rachaduras que podem ser fonte de infecção.


Fernando Aguiar acrescenta que lavagens contínuas e internas também podem agredir a região genital e tirar a proteção natural da vagina. A utilização de produtos desaconselhados, como talcos e protetores de calcinhas, podem ser tão danosos quanto a ausência de cuidados. ”O importante é que a pessoa nem tenha exageros, nem descaso”, salienta. Dessa forma, a saúde íntima agradece.


ANATOMIA DA INTIMIDADE FEMININA


– Vulva: se divide em grandes e pequenos lábios.
– Grandes lábios: parte externa, onde estão os pêlos
– Pequenos lábios: localiza-se abaixo da vulva. São mais finos e protegem a entrada da vagina, também chamada de introito vaginal.
– Intróito vaginal: onde fica localizado o hímem, que quando se rompe deixa resquícios chamados de carúnculas.
– Vagina: canal que se estende da vulva ao colo do útero.
– Colo do útero: localiza-se no fim da vagina.
– Assoalho pélvico: conjunto de músculos que se localizam na região inferior da pélvis, que sustenta todos os órgãos pélvicos, favorece a continência do ânus e da uretra e aumenta o prazer nas relações sexuais. Também principal grupo muscular da região do períneo.


Fonte: Frederico Perboyre, ginecologista


Estamos transcrevendo matéria do Jornal O Povo do Ceará publicada no dia 08 de março de 2005 que trata da Saúde Íntima Feminina:


 


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FECHE O ZIPPER: TAMANHO DO PÊNIS


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A preocupação com o tamanho do pênis é comum entre os homens. Essa ansiedade pode ocorrer na infância, na adolescência ou na fase adulta. Meninos freqüentemente comparam o tamanho de seus pênis com os dos outros. Piadas e brincadeiras surgem dessas comparações. Entretanto a situação muda quando há início da atividade sexual.


Muitos homens, embora com pênis de tamanho normal, o acham pequeno por várias razões:
 





























 


O pênis dos outros é maior.


 


Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normal.


 


Pacientes obesos reclamam ter pênis curto.


 


Essa situação é devida ao embutimento do pênis em meio à gordura sobre o púbis o que dá a impressão de um órgão pequeno.


 


Estatura alta e pênis não proporcional.


 


Embora haja certa relação da estatura do paciente com o tamanho do seu pênis, existe uma ampla variação de comprimento encontrada. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa.


 


Flacidez peniana e ereção.


 


Os pacientes geralmente se preocupam com o tamanho do pênis em flacidez que é geralmente o momento de comparação com o de outros homens. Muitos não sabem o comprimento em ereção ou qual foi o crescimento adicional. O que muitos se esquecem é que o tamanho deve ser acompanhado de uma ereção efetiva que garanta uma penetração vaginal.


O que é um pênis normal?


Deixando de lado os aspectos anatômicos de normalidade, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo (não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um comprimento médio de 3,75 cm.


O que é um pênis anormal?


Não há uma definição universalmente aceita. Um pênis flácido menor que 4cm ou um ereto com menos de 7,5 cm devem ser considerados pequenos. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.


Quais as causas de pênis pequeno?


Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis bem como de toda a genitália masculina. Dentro destes casos encontra-se desde o micro-pênis até a genitália ambígua. O pênis pode ficar pequeno em conseqüência de traumatismos, queimaduras ou doenças adquiridas (doença de Peyronie). Geralmente essas causas são raras. O mais freqüente é que o paciente não esteja satisfeito com o tamanho do seu pênis mesmo que o médico nada encontre de anormal.


Tratamento


O paciente deve ser examinado detalhadamente, incluindo volume e presença dos testículos, presença e localização de pêlos pubianos e outros caracteres sexuais secundários. Se o pênis for considerado de tamanho normal pelo médico, o paciente necessitará de uma avaliação por um sexólogo, psicólogo ou psiquiatra a fim de pesquisar a verdadeira razão de sua queixa. Se o pênis for considerado pequeno e forem detectadas alterações hormonais, uma reposição com testosterona está indicada.


Tratamentos não cirúrgicos como aparelhos à vácuo, aparelhos de tração mecânica, aparelhos de estimulação eletromagnética, pesos, não dão resposta satisfatória permanente. O tratamento cirúrgico envolve secção dos ligamentos suspensores do pênis, injeção de gordura no corpo do pênis (aumento do diâmetro) ou uso de retalhos cutâneos das coxas ou nádegas. Esses tratamentos não são isentos de complicações e algumas delas podem ser graves, tais como necrose dos retalhos, reabsorção de gordura, insatisfação do paciente. Além disso, os resultados desses tratamentos são pouco conhecidos na literatura médica.


Conclusão


Infelizmente, muitos profissionais pouco éticos se aproveitam da ansiedade e dúvidas dos pacientes, indicando, sem nenhum critério, tratamentos que mais visam onerar o paciente do que realmente uma orientação científica. Os pacientes com dúvidas sobre o tamanho do seu pênis devem procurar profissional qualificado, o qual avaliará a situação, podendo ser necessária uma opinião multidisciplinar com sexólogo ou psiquiatra.


 


http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?403


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FECHE O ZIPPER: Pediculose do Púbis, que chato, você esta com chato?


Conceito
Infestação da região pubiana causadas por um inseto do grupo dos piolhos e cuja única manifestação é o intenso prurido que causa. Por contiguidade pode acometer também os pelos da região do baixo abdome, ânus e coxas. Eventualmente acometem as sombrancelhas e cílios (por auto-inoculação). Os piolhos machos medem cerca de 1 milímetro e as femeas, maiores, 1,5 milímetros, sendo que seus ovos (lêndeas), medem em torno de 2 milímetros. O prurido (coceira) determinado pela parasitose é causado pela saliva do inseto, liberada ao sugar o sangue do hospedeiro.

Sinônimos
Ftiríase, Chato
 

 



 




Agente
Phtirus Pubis
 

 



 




Transmissão
Principalmente pelo contato sexual com pessoa infestada, podendo ocorrer também através do uso comum de vestimentas, toalhas, vasos sanitários etc.
 

 



 




Diagnóstico
Essencialmente clínico. Com o auxílio de uma lupa pode-se confirmar a presença dos ácaros ou de seus ovos.
 

 



 




Tratamento
Local, com bons resultados.
 

 



 




Prevenção
Escolha do(a) parceiro(a). Cuidados com a higiene corporal.

 


 



 




Fotos
 


phthirus20pubisPhtirus Pubis 


Fonte: http://www.dst.com.br/pag07.htm


 


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FECHE O ZIPPER: Corrimento Vaginal, saiba o que é para cuidar delas


 


 


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FECHE O ZIPPER: Corrimento Vaginal, saiba o que é para cuidar delas


 


 


 


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FECHE O ZIPPER: Corrimento Vaginal, saiba o que é para cuidar delas


 


 


 


 


 


 


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Corrimento vaginal é a saída de uma secreção que vem da vagina. O corrimento vaginal normal é em pequena quantidade, com um aspecto claro ou translúcido, fluido e sem cheiro intenso.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 





O que é o corrimento vaginal?”Corrimento vaginal é a saída de uma secreção que vem da vagina. O corrimento vaginal normal é em pequena quantidade, com um aspecto claro ou translúcido, fluido e sem cheiro intenso. A quantidade de secreção vaginal normal varia durante o ciclo menstrual (na altura da ovulação o corrimento é mais viscoso e em maior quantidade), durante o exercício físico e o período de excitação sexual que antecede as relações sexuais.”

O que é que caracteriza o corrimento vaginal anormal?
“O corrimento vaginal torna-se anormal quando há um desequilíbrio entre os diferentes microorganismos que habitualmente se encontram na vagina (bactérias e fungos) causando uma inflamação da vagina (vaginite).

Quando a vagina está inflamada o aspecto do corrimento altera-se, tornando-se mais abundante, com cor branca ou amarelo-esverdeada e com um odor intenso e incómodo. O corrimento anormal geralmente aparece associado a sintomas locais como comichão, ardor ao urinar e dor durante as relações sexuais.”

A vaginite é uma doença frequente?
Sim. A vaginite é a doença ginecológica mais frequentemente diagnosticada, atingindo cerca de 1/3 das mulheres pelo menos uma vez na vida.

O que é que pode causar alteração do corrimento vaginal?
“A maioria das vezes a alteração do corrimento vaginal é causada por uma inflamação da vagina (vaginite), embora esta também possa ocorrer sem sintomas. Com menor frequência a alteração do corrimento vaginal resulta de uma inflamação do colo do útero (cervicite).

As causas mais frequentes de vaginite com alteração do corrimento vaginal são a vaginose bacteriana, a candidíase e a trichomoníase. Quando o corrimento alterado provém de uma infecção do colo do útero as causas mais prováveis são a gonorreia e a infecção por clamydia.”

O aspecto do corrimento vaginal pode sugerir qual o agente causal mais provável? “Nalguns casos sim. O aspecto do corrimento vaginal nas infecções mais frequentes é o seguinte:

 


 


 


1. Vaginose bacteriana

 


 


 


É uma infecção vaginal que resulta de um desequilíbrio entre os microorganismos que existem habitualmente na vagina com alteração da sua acidez e proliferação das bactérias nocivas. Na vaginose o corrimento é fino, de cor branco sujo e com um cheiro característico a peixe que aumenta de intensidade após as relações sexuais.

 


2. Candidíase vaginal

 


É uma infecção causada por fungos que não resulta de transmissão sexual mas de alterações do meio vaginal que podem estar associadas ao uso da pílula, diafragma, dispositivo intra-uterino, à diabetes, à gravidez e à ingestão recente de antibióticos .
O corrimento típico na candidíase é espesso, de cor branca (aspecto de queijo fresco), sem cheiro particular e acompanha-se de inflamação das paredes da vagina que ficam avermelhadas . A mulher queixa-se de comichão e ardor quando urina.

3. Trichomoníase

É uma infecção causada por um parasita, o trichomonas vaginalis, que se transmite por contacto sexual.
O corrimento na trichomoníase é abundante, de cor amarela esverdeada, com cheiro fétido e causa comichão intensa na vagina e ardor ao urinar. Em algumas mulheres a infecção pode ser assintomática.


4. Gonorreia e infecção por clamydia


O gonococcus e a clamydia são bactérias que se transmitem por via sexual e que podem causar corrimento vaginal por inflamação da vagina e habitualmente do colo do útero. Para verificar se o corrimento provém do colo do útero é necessário fazer uma observação ginecológica. Nestas infecções o corrimento costuma ser purulento (com aspecto de pús), amarelado e, por vezes, ensanguentado.”


Há factores que predispõe à alteração do corrimento vaginal?
“Há. O meio vaginal normal tem uma acidez própria que ajuda a manter o equilíbrio entre os diferentes microrganismos que colonizam habitualmente a vagina. A alteração deste equilíbrio ou a entrada de microrganismos estranhos por contágio sexual leva à inflamação da vagina com alteração das suas secreções normais.


Os factores que podem alterar o equilíbrio da flora vaginal são:


1. uso de antibióticos
2. anticoncepcionais orais (pílula)
3. relações sexuais
4. irrigações vaginais e abuso de desinfectantes nos genitais
5. stress
6. alterações hormonais do ciclo menstrual, da gravidez e da menopausa
7. má higiene local
8. uso de roupa apertada ou de roupa interior de nylon, que favorece as condições de humidade propícias ao desenvolvimento de fungos
9. comportamentos sexuais de risco”


Como se faz o diagnóstico das causas de um corrimento vaginal alterado?
“Para diagnosticar a causa de um corrimento vaginal alterado é necessário conhecer os sintomas presentes, a sua duração, as características do corrimento, a história ginecológica, o uso de contraceptivos, etc. Após a colheita da história a observação ginecológica permite verificar a origem do corrimento, o aspecto do mesmo, e se há alterções da vagina e do colo do útero.


Para confirmar o diagnóstico o médico pode solicitar um exame laboratorial do corrimento (exsudado vaginal), uma colpocitologia (exame das células do colo do útero) ou análises de sangue (exames serológicos) que servem para confirmar infecções difíceis de identificar no exsudado vaginal.”


Como se tratam as alterações do corrimento vaginal?
“O tratamento escolhido depende da causa dessa alteração.
Consoante a infecção identificada podem ser utilizados antibióticos, anti fúngicos ou antiparasitários, que podem ser administrados por via oral (comprimidos tomados pela boca) ou através de aplicações locais na vagina (cremes, óvulos ou comprimidos vaginais).


Nas doenças de transmissão sexual, como a trichomoníase, a infecção por clamydia e a gonorreia, é importante tratar o parceiro sexual e pesquisar a existência de outras doenças sexualmente transmissíveis associadas, como a sífilis e a infecção pelo VIH.”


É possível prevenir as alterações do corrimento vaginal?
“Nem sempre é possível prevenir as alterações do corrimento vaginal pois por vezes estão associadas a factores que não podem ser evitados, como o uso de antibióticos em determinadas situações, as alterações hormonais do ciclo menstrual ou da gravidez, etc.


No entanto, há algumas medidas que podem ser úteis na prevenção das inflamações da vagina e do colo do útero, mantendo as condições de normalidade das secreções vaginais:


1. uso de preservativo para evitar as doenças sexualmente transmissíveis


2. reduzir a ingestão de produtos açucarados para prevenção da diabetes ou para manter os níveis de glicémia controlados nas doentes diabéticas


3. não fazer irrigações vaginais e não abusar de produtos de higiene feminina que alteram o equilíbrio da flora vaginal


4. usar roupa interior de algodão e evitar o uso de roupa apertada (por ex. Jeans) que mantêm condições de humidade e calor favoráveis à proliferação de fungos


5. manter uma higiene adequada dos genitais e utlizar o papel higiénico de frente para trás quando se limpa a região anal após a defecação (para não contaminar a vagina com microrganismos existentes nas fezes)


6. não abusar do uso de tampões, evitando sempre a sua premanência prolongada na vagina , pelo risco de desenvolvimento de infecções.”


Autora: Dra Ana Ferrão


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 


http://www.medicoassistente.com/modules/smartsection/item.php?itemid=113


 


 


 


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FECHE O ZIPPER: Se mal começou e já esta na hora de guardar o brinquedo… Ejaculação Precoce


 


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O que é Ejaculação Precoce?


A Ejaculação Precoce é uma falta de controle sobre a ejaculação, portanto, um transtorno na fase de orgasmo durante a relação sexual.


Que tipos de Ejaculação Precoce existem?


Primária é aquela Ejaculação Precoce que sempre existiu, é dizer, o indivíduo nunca controlou a ejaculação. 


Secundária é aquela Ejaculação Precoce que aparece em um momento determinado da vida do indivíduo que antes tinha controle ejaculatório normal.


Como saber se é um Ejaculador Precoce?


Em uma relação sexual normal a excitação no homem aumenta progressivamente até a fase chamada “Platô” desfrutando do seu prazer sexual até o momento que de forma voluntária chega ao clímax. O Ejaculador Precoce não pode permanecer na fase de “Platô”, porque existe uma excitação rápida e uma ejaculação involuntária muito cedo. Caracterizado em 80% dos pacientes por demorarem menos do que 1 minuto depois da penetração com movimentação ativa para ejacular, outros conseguem demorar até 5 minutos.


Ejaculação Precoce e Impotência são a mesma coisa?


Não.
A Impotência que hoje é conhecida como Disfunção Erétil, é uma falta de ereção total ou parcial, ou a impossibilidade de manter a ereção o tempo necessário para chegar ao fim de uma relação sexual.


Em ocasiões, a Ejaculação Precoce pode ser um sintoma de uma inicial impotência.


Quais são as causas da Ejaculação Precoce?


·        Causas Orgânicas: estas dividem-se em primárias e secundárias:


·        Ejaculação Precoce Primária: na nossa experiência clínica de mais 15 anos na especialidade, são as mais freqüentes e estão relacionadas a uma sensibilidade aumentada no pênis, o que impede que durante a relação sexual, em 70-80% dos casos, o homem não consiga demorar mais que 30 segundos a 01 minuto para ejacular após a penetração, com movimentação ativa na relação sexual.


·        Ejaculação Precoce Secundária: é aquela cujo próprio nome diz secundária a algum tipo de processo que afete o aparelho urogenital ou secundária a uma disfunção sexual (Impotência Sexual), alterações do tipo neurológicas, transtornos degenerativos, alterações vasculares, uso de fármacos (anti-depressivos, anti-hipertensivos, estimulantes, etc.), desequilíbrios hormonais e todas aquelas doenças que alteram o mecanismo reflexo da ejaculação.


·        Causas Psicológicas: na nossa experiência são as menos freqüentes. Têm como característica serem causadas por mensagens anti-sexuais na infância, falta de informação sexual (Educação Sexual), pressão por parte da parceira, ambiente familiar problemático, ansiedade, estresse, medo do fracasso e dificuldade em controlar os estímulos.


Como a Ejaculação Precoce afeta a parceira?


Se um homem tem Ejaculação Precoce, as preliminares são sem dúvida muito curtas, as quais fazem com que a mulher não possa alcançar um estado elevado de excitação e, portanto, não consiga chegar ao orgasmo através da penetração.


Quais os tratamentos existentes para a Ejaculação Precoce?


Para a Ejaculação Precoce do tipo Primária e diagnosticada como um caso de sensibilidade aumentada no pênis existe um tratamento cirúrgico que no Brasil é considerado como experimental, pelo Conselho Federal de Medicina, com o qual se resolvem 95% dos casos de Ejaculação Precoce do tipo Primária.


Para os casos de Ejaculação Precoce do tipo Secundária, o tratamento será a retirada da causa que a originou.


Para o tratamento da Ejaculação Precoce do tipo Psicológica poderão ser utilizados medicamentos que produzam um retardo no reflexo ejaculatório junto a um processo de psicoterapia de casal paralelo ao aprendizado de técnicas de exercícios sexuais.


 


 


 


 


 http://www.ibrasexo.com.br/portugues/epejaculacao.htm


 


 


 


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FECHA O ZIPPER: Herpes


(NÃO PERCAM A SALA OPEN ZIPPER COM TEMAS DE SEXO https://blackzipper.wordpress.com/open-zipper/ )


Conceito
Infecção recorrente (vem, melhora e volta) causadas por um grupo de vírus que determinam lesões genitais vesiculares (em forma de pequenas bolhas) agrupadas que, em 4-5 dias, sofrem erosão (ferida) seguida de cicatrização espontânea do tecido afetado. As lesões com frequência são muito dolorosas e precedidas por eritema (vermelhidão) local. A primeira crise é, em geral, mais intensa e demorada que as subsequentes. O caráter recorrente da infecção é aleatório (não tem prazo certo) podendo ocorrer após semanas, meses ou até anos da crise anterior. As crises podem ser desencadeadas por fatores tais como stress emocional, exposição ao sol, febre, baixa da imunidade etc.
A pessoa pode estar contaminada pelo virus e não apresentar ou nunca ter apresentado sintomas e, mesmo assim, transmití-lo a(ao) parceira(o) numa relação sexual.

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Sinônimos
Herpes Genital

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Agente
Virus do Herpes Genital ou Herpes Simples Genital ou HSV-2. É um DNA vírus.
Observação: Outro tipo de Herpes Simples é o HSV-1, responsável pelo Herpes Labial. Tem ocorrido crescente infecção genital pelo HSV-1 e vice-versa, isto é, infecção labial pelo HSV-2, certamente em decorrência do aumento da prática do sexo oral ou oro-genital.

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Complicações/Consequências
Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatais. Vulvite. Vaginite. Cervicite. Ulcerações genitais. Proctite. Complicações neurológicas etc.

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Transmissão
Frequentemente pela relação sexual. Da mãe doente para o recém-nascido na hora do parto.

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Período de Incubação
1 a 26 dias. Indeterminado se se levar em conta a existência de portadores em estado de latência (sem manifestações) que podem, a qualquer momento, manifestar a doença.

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico (anamnese e exame físico). A cultura e a biópsia são raramente utilizados.

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 



 




Tratamento
Não existe ainda tratamento eficaz quanto a cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises.

Prevenção
Não está provado que a camisinha diminua a transmissibilidade da doença. Higienização genital antes e após o relacionamento sexual é recomendável. Escolha do(a) parceiro(a).

 

 

 

 

 

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FECHA O ZIPPER LÁ VEM A MALDITA TPM

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Sensação que o mundo vai acabar antes da menstruação…


É isto que a maioria das mulheres que tem TPM sente.


Também chamada de desordem disfórica pré-menstrual, ou carinhosamente TPM, atinge aproximadamente 75% das mulheres.


No entanto apenas 8% das mulheres tem sintomas muito intensos.


SINTOMAS (é por isso que ela não quer nada com você)


 



  1. depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos;

  2. ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;

  3. fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;

  4. raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;

  5. diminuição do interesse pelas atividades habituais;

  6. sensação de dificuldade de concentração;

  7. cansaço, fadiga fácil, falta de energia;

  8. acentuada alteração do apetite;

  9. distúrbios do sono;

  10. sensação de estar fora do próprio controle;

  11. inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;

  12. dor de cabeça;

  13. dores musculares;

  14. ganho de peso ou sensação de inchaço;

No entanto para ser considerada doença, e portanto sujeita a tratamento, é importante que estes sintomas de fato interfiram nas atividades habituais da mulher e que os mesmos ocorram na fase pré menstrual e não em todo o ciclo.


CAUSAS (procure entender)


Muitas hipóteses tem sido feitas a respeito das causas desta doença mas, atualmente, o que parece prevalecer é que sejam influências hormonais normais do ciclo menstrual que interfiram no sistema nervoso central.


Parece haver uma íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas a sensação de prazer) e os neurotransmissores tais como a serotonina.


É importante ressaltar que esta síndrome acompanha a ovulação normal da mulher.


 TRATAMENTO (aqui você pode ajudar)


Por se tratar de uma síndrome, não existem tratamentos específicos já que os sintomas variam muito de intensidade para cada mulher.


Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 ( Piridoxina ), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.


Outro medicamento é o ácido gama linoleico que é um ácido graxo essencial. Pode ser encontrado no óleo de prímula. Existem advertências sérias do FDA americano a respeito de medicações alternativas naturais e de possíveis efeitos colaterais graves, portanto este, como qualquer outro medicamento, mesmo “natural”, só deve ser usado mediante prescrição médica.


Na verdade, este é o melhor caminho para o tratamento da TPM. Consultar um médico ginecologista e descrever para ele todos os sintomas que a mulher sente antes e depois da menstruação.


O melhor medicamento é o que, sozinho ou associado, reduza os sintomas. Como esta síndrome está ligada à ovulação, muitas mulheres podem se beneficiar do uso da pílula anticoncepcional que suspende a ovulação. Nos Estados Unidos, a FDA aprovou a pílula Yaz® para mulheres que tem sintomas de TPM e desejam uma anticoncepção hormonal.


Já nos casos graves de desordem disfórica pré-menstrual é necessária uma medicação mais específica sendo que a medicação usada com melhores resultados são os anti-depressivos principalmente o Prozac (Fluoxetina). Estudos recentes mostram que esta medicação usada na menor dose possível e durante a fase de tensão pré-menstrual tem melhorado muito a qualidade de vida das mulheres que experimentam esta disfunção. Nos Estados Unidos chama-se Sarafem®. Também nestes casos a pílula anticoncepcional Yaz® pode ser usada.


O importante é que se entenda que esta não é uma doença mas sim uma alteração fisiológica do ciclo menstrual feminino e que pode ser resolvida com medidas simples por parte do seu médico assistente.


 http://www.gineco.com.br/tpm4.htm


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FECHE O ZIPPER para Linfogranuloma Venéreo


 


Conceito
O Linfogranuloma venéreo caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) que tem curta duração e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Esta lesão é passageira (3 a 5 dias) e frequentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura desta lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas (70% das vezes é de um lado só). Se este bubão não for tratado adequadamente ele evolui para o rompimento expontâneo e formação de fístulas que drenam secreção purulenta.

 


Sinônimos
Doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão.

Agente
Chlamydia trachomatis.
 

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lgn_phttp://www.dst.com.br/pag13.htm


 


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FECHE O ZIPPER: O mau uso dos anabolizantes


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Dinheiro, sucesso, carrões, mulheres bonitas… Tudo isso lembra bem as belas imagens que víamos na televisão associadas às propagandas de cigarro. Com os esteróides anabolizantes acontece o mesmo. Para iludir, principalmente os jovens ansiosos em adquirir os músculos poderosos, as propagandas, tipicamente americanas, vêm embutidas no rótulo da saúde, muitas vezes vinculados à imagem de artistas “fortões” e famosos. O alvo, são as academias de musculação onde estão, pela lógica, os adeptos à hipertrofia muscular. 


Os anabolizantes são medicamentos à base de hormônio masculino testosterona com as características anabólicas (crescimento) e adrogênicas (caracteres sexuais masculino). As finalidades são terapêuticas nos casos de tratamento de doenças como anemia, alguns tipos de câncer, casos de reposição hormonal, atrofias musculares causadas por certos tipos de doenças ou acidentes traumáticos. 


 


Sem dúvida nenhuma os anabolizantes produzem o efeito desejado aos simpatizantes da hipertrofia muscular e força física. O esporte está cheio de casos de vitórias ilícitas ligadas a esses medicamentos. Infelizmente a gente só acaba sabendo dos males quando alguém muito famoso morre como foi o caso da velocista americana Florence Grift Joyner falecida com menos de 40 anos, fato incomum tratando-se de atleta, principalmente do sexo feminino que teve uma carreira meteórica nas pistas. Ou então, quando algum ex-atleta bota a “boca no trombone” em entrevistas à revistas ou jornais sensacionalistas. A gente fica sabendo também quando algum ex-usuário, depois de ter comido “o pão que o diabo amassou” com os efeitos colaterais convivendo inclusive com o câncer conseguindo escapar, resolve entrar na luta contra o uso de drogas no esporte divulgando o seu próprio caso. 


 


Esse outro lado negro da moeda ainda é muito pouco estudado pela ciência, por razões éticas. Não dá para fazer experiência dessa ordem com pessoas. O que existe de concreto, além dos citados acima, são pesquisas feitas através de questionários respondidos por voluntários como o publicado no Internacional Journal of Sports Medicine, em 1992. Nas academias do Reino Unido 1667 pessoas responderam ao questionário. Entre os homens interrogados 9,1% usavam drogas anabolizantes contra 2,3% entre as mulheres. As doses chegaram a 34 vezes mais que as terapêuticas e apenas 28% eram atletas de competição. Há quem justifique que paradas temporárias não faz mal. Pois bem. O sistema de ciclos interrompidos foi utilizado por 88% dos usuários e mesmo assim 77% relataram efeitos colaterais do tipo atrofia dos testículos em 56% dos casos, ginecomastia (crescimento das mamas no homem) em 52%, dificuldade para dormir em 37%, hipertensão arterial em 36%, lesões tendinosas em 26%, sangramento nasal em 22% e resfriados freqüentes em 16%… É pouco? 


Nas mulheres os relatos foram irregularidades menstruais, hipertrofia do clitóris, diminuição das mamas, engrossamento da voz, acne, queda de cabelos no couro cabeludo e crescimento de pelos masculinos no corpo… É pouco? As pessoas que resolveram parar, relataram tonturas, fraqueza, perda da libido e dores articulares, reações que acabam levando à dependência .É pouco? 


Mesmo os que usaram apenas oito semanas os efeitos foram os mesmos. Cá entre nós. Se o homem faz musculação visando mais saúde e uma aparência mais bonita para também, atrair o sexo oposto, pra que usar anabolizante sabendo que na hora “agá” pode falhar? Me parece uma grande burrice… 


A musculação bem orientada por profissionais sérios, que usam os métodos e ciclos de treinamentos inteligentes fundamentados na ciência, produz resultados impressionantes… e sem as malditas drogas. De qualquer forma cabe aos profissionais informar os “supostos” benefícios e principalmente os riscos. Influenciar ao uso dos anabolizantes é brincar com a vida das pessoas e por tabela destruir toda uma classe profissional e estabelecimentos cuja função social é zelar pelo estilo de vida saudável. Portanto, a você aluno interessado em obter um corpo bonito e saúde de verdade, procure uma academia e ou profissionais habilitados pelo Conselho Federal de Educação Física cujas propostas são sérias e, a longo prazo. O bom profissional vai prepará-lo, não para esse verão, mas para o próximo. atgaaaci1hnlmk9p32zqlqr-_gnonkewyfuz0lo541odyq6zskv5lcuf5xrrcuvanqqivwosgtm1my6xjpws0nnnh5gnajtu9valy_tslv9q2afdiap4m2ydbgqftw


Corpo saudável


Modelo Claudio


http://www.copacabanarunners.net/anabolizantes.html


 


 


 


 


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FECHA O ZIPPER Gonorréia


 Conceito
Doença infecto-contagiosa que se caracteriza pela presença de abundante secreção purulenta (corrimento) pela uretra no homem e vagina e/ou uretra na mulher. Este quadro frequentemente é precedido por prurido (coceira) na uretra e disúria (ardência miccional). Em alguns casos podem ocorrer sintomas gerais, como a febre. Nas mulheres os sintomas são mais brandos ou podem estar ausentes (maioria dos casos).
Sinônimos
Uretrite Gonocócica, Blenorragia, Fogagem
Agente
Neisseria gonorrhoeae
Complicações/Consequências
Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Doença Inflamatória Pélvica. Infertilidade. Epididimite. Prostatite. Pielonefrite. Meningite. Miocardite. Gravidez ectópica. Septicemia, Infecção ocular (ver foto abaixo) , Pneumonia e Otite média do recém-nascido. Artrite aguda etc. Assim como a infecção por clamídia, é uma das principais causas infecciosas de infertilidade feminina.
Transmissão
Relação sexual. O risco de transmissão é superior a 90%, isto é, ao se ter um relacionamento sexual com um(a) parceiro(a) doente, o risco de contaminar-se é de cerca de 90%. O fato de não haver sintomas (caso da maioria das mulheres contaminadas), não afeta a transmissibilidade da doença.
Período de Incubação
2 a 10 dias
Diagnóstico
Exame das secreções coradas pelo Gram e/ou cultura do mesmo material.
Tratamento
Antibióticos.
Prevenção
Camisinha. Higiene pós-coito.
Fotos
gonoclamidea-h1
 
Uretrite gonocócica (no homem) 

http://www.dst.com.br/pag04.htm


 


 


 


 


 


 


 


 


 


gonorreia-f
 Vaginite gonocócica.


gonorreia
 Oftalmia gonocócica.


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FECHA O ZIPPER: Impotência Sexual ou Disfunção Erétil 


impotencia-sexual 


         DEFINIÇÃO



Definida como a incapacidade em conseguir uma ereção que seja adequada para a relação sexual com satisfação de ambos
os parceiros.


INCIDÊNCIA


É impossível definir com precisão a população que sofre com a DE, uma vez que uma grande parte dela nunca procurou
auxílio. A incidência, em geral, está na ordem de 10% da população masculina. Estimativas sugerem que perto de 20
milhões de homens sofram de DE nos Estados Unidos da América. No Brasil, cerca de 8 milhões de homens sofrem deste
mal. A probabilidade de DE aumenta com idade. Em um estudo recente, foi demonstrado que aos 40 anos a chance de
sofrer DE era de 5% enquanto que em homens de 70 anos era de 15% ou três vezes mais.


CAUSAS


De maneira geral a disfunção erétil (DE) pode ser definida, segundo Dr. Bertero, como a consequência de doenças orgânicas
ou psicológicas. Atualmente aceita-se que a falha na ereção é usualmente a uma complexa interação entre vários fatores
psicológicos e físicos. Nos homens jovens, ou com idade inferior a 40 anos, é provável que os fatores psicológicos
predominem, enquanto que nos homens mais velhos, os fatores orgânicos sejam mais comuns.
 


DOENÇAS ASSOCIADAS A DE


1 – Doenças cardiovasculares



  • Aterosclerose

  • Infarto do miocárdio

  • Hipertensão

 2 – Doenças neurológicas



  • Acidente vascular cerebral

  • Lesão espinhal

  • Esclerose múltipla

 3 – Doenças endócrinas



  • Tireóide

  • Hipogonadismo (diminuição da testosterona)

 4 – Doenças sistêmicas



  • Diabetes

  • Câncer

  • Cirrose

 5 – Outras



  • Fumo

  • Álcool

  • Cirurgias

  • Drogas

FISIOLOGIA DA EREÇÃOO pênis é formado por três câmaras ou cilindros: duas câmaras eréteis conectadas entre si por
um septo e chamadas de corpos cavernosos, que ocupam o volume do pênis, e a uretra, um tubo
que conduz tanto a urina como o sêmen. As câmaras eréteis ficam anexadas ao osso púbico e se
estendem da parte perineal para a porção visível do pênis. Cada câmara erétil é formada por um
tecido parecido com uma esponja que se enche de sangue durante a fase de erotização ou
excitação. O sangue fica aprisionado no pênis, aumentando a sua pressão e atingindo rigidez
adequada para a penetração.


  • A ereção pode começar por:  1 – Estímulo psicológico (fantasia erótica)  2 – Estímulo físico (toque da genitália masculina de maneira sensual)O sistema nervoso central atua no cérebro com pensamentos eróticos, enquanto outro centro, na coluna vertebral reage ao
    toque. Ambos atuam em conjunto para produzir a ereção como um auto reflexo que é auxiliado pelo hormônio masculino, a
    testosterona.

  • http://www.urologia-sp.com.br/?gclid=CPzxn7-m-ZgCFQIyxwodXkvzlQ


     


     


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    FECHA O ZIPPER: Cancro Duro (Sífilis)


     


    Conceito
    Doença infecto-contagiosa sistêmica (acomete todo o organismo), que evolui de forma crônica (lenta) e que tem períodos de acutização (manifesta-se agudamente) e períodos de latência (sem manifestações). Pode comprometer múltiplos órgãos (pele, olhos, ossos, sistema cardiovascular, sistema nervoso). De acordo com algumas características de sua evolução a sífilis divide-se em Primária, Secundária, Latente e Terciária ou Tardia. Quando transmitida da mãe para o feto é chamada de Sífilis Congênita.
    Sinônimos
    Cancro duro, cancro sifilítico, Lues.
    Agente
    Treponema pallidum
    Complicações/Consequências
    Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatal. Sífilis Congênita. Neurossífilis. Sífilis Cardiovascular.
    Transmissão
    Relação sexual (vaginal anal e oral), transfusão de sangue contaminado, transplacentária (a partir do quarto mês de gestação). Eventualmente através de fômites.
    Período de Incubação
    1 semana à 3 meses. Em geral de 1 a 3 semanas.
    Prevenção
    Camisinha pode proteger da contaminação genital se a lesão estiver na área recoberta. Evitar contato sexual se detectar lesão genital no(a) parceiro(a).
    Fotos
    imagem-sifilis-11
     Lesão localizada no pênis


    O importante a ser considerado aqui é a sua lesão primária, também chamada de cancro de inoculação (cancro duro), que é a porta de entrada do agente no organismo da pessoa.


    Sífilis primária: trata-se de uma lesão ulcerada (cancro) não dolorosa (ou pouco dolorosa), em geral única, com a base endurecida, lisa, brilhante, com presença de secreção serosa (líquida, transparente) escassa e que pode ocorrer nos grandes lábios, vagina, clítoris, períneo e colo do útero na mulher e na glande e prepúcio no homem, mas que pode tambem ser encontrada nos dedos, lábios, mamilos e conjuntivas. É frequente também a adenopatia inguinal (íngua na virilha) que, em geral passa desapercebida. O cancro usualmente desaparece em 3 a 4 semanas, sem deixar cicatrizes. Entre a segunda e quarta semanas do aparecimento do cancro, as reações sorológicas (exames realizados no sangue) para sífilis tornam-se positivas.


    Sífilis Secundária: é caracterizada pela disseminação dos treponemas pelo organismo e ocorre de 4 a 8 semanas do aparecimento do cancro. As manifestações nesta fase são essencialmente dermatológicas e as reações sorológicas continuam positivas.


    Sífilis Latente: nesta fase não existem manifestações visíveis mas as reações sorológicas continuam positivas.


    Sífilis Adquirida Tardia: a sífilis é considerada tardia após o primeiro ano de evolução em pacientes não tratados ou inadequadamente tratados. Apresentam-se após um período variável de latência sob a forma cutânea, óssea, cardiovascular, nervosa etc. As reações sorológicas continuam positivas também nesta fase.


    Sífilis Congênita: é devida a infecção do feto pelo Treponema por via transplacentária, a partir do quarto mes da gestação. As manifestações da doença, na maioria dos casos, estão presentes já nos primeiros dias de vida e podem assumir formas graves, inclusive podendo levar ao óbito da criança.


     


     


     


     


     


    Diagnóstico
    Pesquisa direta do agente nas lesões. Exames sorológicos (VDRL, FTA-ABS etc)


    Tratamento
    Medicamentoso. Com cura completa, se tratada precoce e adequadamente.


     


     



    images-sifilis


     Lesão localizada na vulva (grandes lábios)


    http://www.dst.com.br/pag01.htm


    Complicações/Consequências
    Elefantíase do pênis, escroto, vulva. Proctite (inflamação do reto) crônica. Estreitamento do reto.


    Transmissão
    Relação sexual é a via mais frequente de transmissão. O reto de pessoas cronicamente infectada é reservatório de infecção.


    Período de Incubação
    7 a 60 dias.


    Diagnóstico
    Em geral o diagnóstico é feito com base nas manifestações clínicas (íngua, elefantíase genital, estenose uretral etc) sendo ocasional a necessidade de comprovação laboratorial (teste de fixação de complemento, cultura, biópsia etc).


    Tratamento
    Sistêmico, através de antibióticos. Aspiração do bubão inguinal. Tratamento das fístulas


    Prevenção
    Camisinha. Higienização após o coito


     


     


     


       


      


     


     


     


      


     


     


     


        

    6 Comentários

    1. nosssaaaaaa q horror me mataria se tivesse alguma doenças dessas! Não quero nem ver!

    2. Nofa , muito bom !
      Podem me dar uma ajuda qual é o trata mento para o corrimento vaginal ?

    3. Cara, as pessoas só pensam em prazer mais nem pensam em se cuidar, minha mae diz um ditado muito bom ” quando a cabeça nao pensa o corpo padece ”
      é isso que esta acontecendo com esse povo

    4. olha tem isso deus de nova agora 32 anos so casada meu marido tem nojo, ja cudei do mei redeio gosta de saber que faz.

    5. cara esse diogo naw sabe o quanto isso é importante . aqui no Brasil ainda ha muito receio de falar sobre isso(e outas coisas)

    6. Poxa,muitas pessoas penssam”ñ vai a contecer comigo”Eu pensei assim e hoje estou com sifilis mais eu estou cuidando e graças adeus daqui um tempo eu vou estar melhor


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